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Culto Antigo - O . D . Ú
Desde: 18/02/2015      Publicadas: 13      Atualização: 09/04/2015

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 Orisá

  08/03/2015
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Este é um dos temas que muitos devotos da Religião Tradicional Indígena Iorubá (""sìn Ìbíl"" Yorùbá) devem ou deveriam buscar um maior esclarecimento.

O "b" (sacrifício/oferenda) ou Etùtù (rito de apaziguamento) têm como objetivo neutralizar alguma negatividade e/ou atrair alguma positividade para a vida do devoto. Quando Ifá (oráculo) é consultado, ele apresenta através da sabedoria do sacerdote, o que pode ser feito através de oferendas para neutralizar o negativo e atrair o positivo.

Este é um dos temas que muitos devotos da Religião Tradicional Indígena Iorubá (
Este é um dos temas que muitos devotos da Religião Tradicional Indígena Iorubá (""sìn Ìbíl"" Yorùbá) devem ou deveriam buscar um maior esclarecimento.

O "b" (sacrifício/oferenda) ou Etùtù (rito de apaziguamento) têm como objetivo neutralizar alguma negatividade e/ou atrair alguma positividade para a vida do devoto. Quando Ifá (oráculo) é consultado, ele apresenta através da sabedoria do sacerdote, o que pode ser feito através de oferendas para neutralizar o negativo e atrair o positivo. Os elementos utilizados nestas, devem todos ser comprados com o dinheiro do ofertante, pois, isso é uma parte do sacrifício (destinar parte de seus ganhos à divindade). Outra parte do sacrifício é pagar ao sacerdote o valor combinado pelo trabalho, pois, o mesmo não só trabalhou fisicamente como também teve um gasto energético para intermediar você e a divindade, logo, é o velho ditado, "toda fonte que se tira água e não se repõem um dia seca", portanto, o dinheiro pago ao sacerdote não é o dinheiro que o mesmo vai pagar suas contas ou enriquecer, não, é o dinheiro que o mesmo receberá para recarregar suas próprias energias e também, é uma forma do devoto (ofertante) agradecer ao ORÍ do sacerdote pela realização do trabalho.

Quanto mais isso for valorizado pelo ofertante, melhor para ambos, sacerdote e ofertante.

Não cabe ao sacerdote impor preços abusivos, dificultando a realização do trabalho, ao contrário, cabe ao sacerdote facilitar ao devoto, mas cabe também ao devoto a consciência de que as oferendas de comida e bicho em si, não bastam...

Até mesmo os sacerdotes, quando raramente precisam fazer "b"'s em si mesmos, precisam pagar em dinheiro o sacrifício, o dinheiro normalmente é deixado em cima da oferenda na encruzilhada ou dado de esmola à quem o Ifá (oráculo) determinar.

Sempre o dinheiro fará parte da oferenda, e é preciso entender também, que o "b" para trazer o resultado buscado, precisa estar completo, com todos os itens, caso contrário, será um "b" incompleto e a vida não é incompleta, "ou se está vivo ou morto", não metade vivo...

É preciso ressaltar também que, o trabalho deve ser pago com prazer, porque o pagamento faz parte da oferenda, do ritual e se isso for feito de uma forma negativa, essa negatividade pode prejudicar e muito o ofertante e o próprio sacerdote. É importante esclarecer isso, já que os devotos de Irúnm"l"" (Orixás) não podem ter a visão de que o dinheiro é algo sujo, não, pelo contrário, inclusive temos uma divindade dentro de nossa religião cultuada para isso, chamada Ajé (Divindade da Riqueza). E também é preciso lembrar que só somos valorizados, quando nos valorizamos.

Sacerdote nenhum deve ficar rico através da religião, a não ser que ele cobre valores abusivos e pessoas desesperadas paguem por isso...

Em suma, espero que a visão do pagamento, não seja vista apenas como um cliente pagando por um produto, e sim como uma parte do ritual, da oferenda, o que de fato é.

Ire o!
  Web site: orisa  Autor: Paulo Ganga


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Esu é um dos Irunmale que veio do Ikole Orun para 0 Ikole Aiye comproposito de harmonizar a vida dos seres humanos para que eles tenhamharmonia e que possam viver em paz.Esu e urn orisá de múltiplos e contraditórios aspectos, 0 que 0 torna difícildefini-Io de maneira coerente....



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